Blog
Tratamento para gordura localizada: o que avaliar em abdômen, flancos e papada
Entenda quais abordagens existem para gordura localizada no abdômen, flancos e papada, como funciona a criolipólise e quais cuidados ter com tratamentos injetáveis.
Publicado em · Dra. Giuliana Fagundes
É comum emagrecer, mudar a alimentação ou manter uma rotina de exercícios e ainda perceber acúmulos de gordura em regiões específicas, como abdômen, flancos ou abaixo do queixo.
É nesse contexto que surge a busca por um tratamento para gordura localizada.
Mas é importante começar diferenciando duas coisas: reduzir gordura em uma área específica não é o mesmo que emagrecer.
Procedimentos de contorno corporal são estudados para modificar depósitos localizados de gordura subcutânea em pacientes selecionados. Eles não substituem estratégias de perda de peso e não devem ser apresentados como tratamento para obesidade. 1,2
Além disso, técnicas diferentes atuam de maneiras diferentes. Criolipólise, ultrassom focalizado e determinadas substâncias injetáveis não são versões do mesmo procedimento.
E expressões populares como "enzimas para gordura", "queima de gordura localizada" e "esvaziadores de gordura" nem sempre identificam com precisão o que está sendo feito.
Antes de escolher um tratamento, a pergunta mais importante é:
qual tecido está causando o incômodo e qual recurso possui indicação para aquela situação?
O que é gordura localizada?
Quando falamos em gordura localizada na estética, normalmente estamos nos referindo a tecido adiposo subcutâneo concentrado em determinada região corporal.
Esse é o tecido localizado entre a pele e estruturas mais profundas.
Sua distribuição não depende apenas do peso corporal. Genética, sexo, idade, distribuição hormonal de gordura e características individuais ajudam a explicar por que algumas regiões acumulam mais tecido adiposo do que outras.
Por isso, duas pessoas com peso e altura semelhantes podem ter contornos corporais bastante diferentes.
Também é importante diferenciar gordura subcutânea de gordura visceral, localizada mais profundamente ao redor dos órgãos abdominais.
Os procedimentos estéticos de contorno corporal não devem ser apresentados como tratamentos para gordura visceral ou para os riscos metabólicos associados à obesidade. 1
Gordura localizada e excesso de peso são a mesma coisa?
Não.
Uma pessoa pode estar com peso considerado adequado e ainda se incomodar com gordura localizada no abdômen ou nos flancos.
Da mesma maneira, alguém com excesso de peso pode apresentar gordura localizada, mas um procedimento estético naquela região não representa tratamento da condição corporal como um todo.
Essa distinção é relevante porque tecnologias de contorno corporal podem produzir reduções locais, mas seus efeitos não equivalem à perda ponderal obtida por mudanças alimentares, atividade física, medicamentos indicados para controle de peso ou cirurgia bariátrica.
Portanto:
contorno corporal ≠ emagrecimento.
Essa diferença deveria estar clara antes de qualquer proposta de tratamento.
Tratamentos para gordura localizada fazem emagrecer?
Não devem ser utilizados com essa expectativa.
A criolipólise é um bom exemplo.
Uma revisão sistemática com metanálise publicada em 2025 reuniu 30 estudos e 3.158 participantes e encontrou redução de medidas como circunferência abdominal e espessura de gordura em regiões tratadas. 2
Esses resultados demonstram efeitos sobre contorno e adiposidade localizada.
Não transformam criolipólise em tratamento de obesidade.
Da mesma forma, uma alteração de poucos centímetros em uma região não deve ser interpretada como equivalente a uma redução significativa de peso corporal ou melhora metabólica.
Criolipólise: como funciona?
A criolipólise é uma técnica de contorno corporal que utiliza resfriamento controlado do tecido adiposo.
A exposição dos adipócitos a temperaturas específicas desencadeia dano celular, seguido por uma resposta inflamatória e remoção gradual de parte das células afetadas. 3
O efeito, portanto, não é simplesmente "congelar uma gordura e fazê-la desaparecer na hora".
A alteração acontece progressivamente depois da sessão.
A literatura descreve a criolipólise principalmente para depósitos de gordura subcutânea em regiões selecionadas.
Criolipólise realmente funciona?
A literatura mostra que a criolipólise pode reduzir gordura localizada em parte dos pacientes tratados. Isso não significa que todos respondam da mesma maneira.
Uma revisão sistemática de estudos humanos encontrou redução significativa do tecido adiposo na maioria dos trabalhos analisados, mas destacou a quantidade limitada de ensaios randomizados de boa qualidade. 3
Uma metanálise mais recente também encontrou diminuições mensuráveis em regiões corporais tratadas. 2
Portanto, a evidência não sustenta dizer que:
"criolipólise não funciona."
Mas também não sustenta:
"criolipólise funciona da mesma forma para todo mundo."
Os resultados médios de um grupo de pacientes não permitem prever antecipadamente a resposta de uma pessoa específica.
Por que a Attualitá não realiza mais criolipólise?
A Attualitá já trabalhou com criolipólise, mas atualmente não mantém o procedimento em seu protocolo.
Na experiência prática da clínica, a Dra. Giuliana observou uma resposta bastante variável: havia pacientes que apresentavam mudanças muito satisfatórias, enquanto em outros a alteração percebida era pequena ou praticamente inexistente.
É importante separar essa experiência clínica da evidência científica.
A decisão da Attualitá de não continuar oferecendo a técnica não significa que a criolipólise tenha sido cientificamente demonstrada como ineficaz.
Revisões sistemáticas encontram redução média de gordura localizada nos grupos estudados. 2,3
A decisão da clínica está relacionada à experiência obtida com a previsibilidade da resposta individual e à escolha dos recursos que fazem sentido dentro do protocolo atual de atendimento.
Essa transparência é importante: uma clínica não precisa oferecer toda tecnologia existente simplesmente porque ela possui estudos publicados.
Quais são os riscos da criolipólise?
Criolipólise não deve ser tratada como um procedimento completamente isento de efeitos adversos.
A literatura descreve reações transitórias como:
- vermelhidão;
- edema;
- hematomas;
- dor ou sensibilidade;
- dormência ou alterações temporárias de sensibilidade. 3
Existe também uma complicação mais incomum chamada hiperplasia adiposa paradoxal.
Nesse quadro, a região tratada apresenta posteriormente aumento do tecido adiposo em vez da redução esperada. 4
Uma revisão sistemática e metanálise publicada em 2025 analisou 28 estudos, com 13.078 pacientes, e estimou uma incidência agrupada de aproximadamente 0,22%, correspondente a cerca de 1 caso para cada 455 pacientes. 4
Os autores classificaram a certeza dessa evidência como baixa e observaram que muitos estudos não acompanharam os participantes durante tempo suficiente para detectar adequadamente todos os casos.
Portanto, esse número não deve ser tratado como uma previsão exata de risco individual.
Mas a existência da complicação precisa ser informada.
Criolipólise pode aumentar a gordura em vez de diminuir?
Raramente, isso pode acontecer.
É justamente o fenômeno conhecido como hiperplasia adiposa paradoxal.
Ele tende a aparecer semanas ou meses depois, com um aumento firme e bem delimitado do tecido na região onde o aplicador foi utilizado. 4
Não se trata simplesmente de "o tratamento não ter funcionado".
É uma complicação diferente, na qual há aumento da área tratada.
Por ser incomum, não deve ser usada para criar medo em torno da técnica.
Mas também não deve ser omitida em um conteúdo responsável sobre criolipólise.
O que significa "aplicação de enzimas para gordura"?
Essa expressão merece cautela.
"Enzimas para gordura" não identifica, por si só, um tratamento cientificamente padronizado.
No mercado estético, a expressão pode ser utilizada para diferentes substâncias injetáveis com propostas distintas.
E nem todas essas substâncias são realmente enzimas do ponto de vista bioquímico.
A literatura científica utiliza termos mais específicos, como lipólise injetável, e avalia substâncias determinadas — por exemplo, ácido deoxicólico, fosfatidilcolina e outras formulações em investigação. 5
Portanto, ao ouvir:
"vamos aplicar enzimas para gordura"
a pergunta seguinte deveria ser:
qual substância exatamente será aplicada?
Sem essa informação, não é possível avaliar adequadamente mecanismo, evidência, registro sanitário ou perfil de risco.
Lipolíticos injetáveis funcionam?
Depende da substância, da região e da indicação estudada.
Uma revisão sistemática publicada em 2025 reuniu 25 estudos e 3.178 pacientes sobre agentes lipolíticos injetáveis utilizados fora da região submentoniana. Os trabalhos incluíram diferentes substâncias e protocolos. 5
Embora vários estudos tenham relatado redução de adiposidade localizada, apenas parte apresentou resultados estatisticamente significativos, e os autores concluíram que ainda são necessários melhores ensaios para padronizar:
- protocolos;
- eficácia;
- segurança;
- número de sessões;
- custo-benefício;
- aplicações em regiões diferentes da papada. 5
Esse resultado mostra por que não é adequado falar de "lipolítico" como se qualquer substância injetada para gordura tivesse o mesmo nível de evidência.
E o ácido deoxicólico para papada?
Internacionalmente, o ácido deoxicólico possui literatura clínica para gordura submentoniana.
Mas existe uma questão regulatória fundamental no contexto deste artigo.
O Conselho Federal de Biomedicina proíbe expressamente o uso de desoxicolato de sódio em procedimentos realizados por biomédicos, conforme a Resolução CFBM nº 299/2018. 6
Portanto, estudos internacionais sobre determinadas formulações de ácido deoxicólico não podem ser utilizados para apresentar desoxicolato de sódio como procedimento oferecido por biomédica na Attualitá.
Esse é um exemplo claro de por que evidência científica e autorização profissional precisam ser analisadas separadamente.
Um tratamento pode existir na literatura e, ainda assim, estar sujeito a regras específicas sobre quem pode utilizá-lo e em quais condições no Brasil.
O que são "esvaziadores de gordura" ou emptiers?
Os termos "esvaziadores de gordura" e "emptiers" aparecem no mercado estético, mas não identificam uma categoria terapêutica padronizada na literatura científica da mesma forma que "criolipólise", por exemplo.
Por isso, o nome comercial ou a expressão de marketing não é suficiente para avaliar o tratamento.
Antes de qualquer aplicação, é importante conhecer:
- nome do produto;
- princípio ativo;
- fabricante;
- registro ou regularização sanitária;
- via de administração autorizada;
- indicação;
- riscos;
- habilitação profissional necessária.
Sem essas informações, afirmar que determinado "emptier" reduz gordura seria tecnicamente inadequado.
Como saber se uma "enzima" ou injetável estético é regularizado?
A Anvisa é particularmente clara nesse ponto:
produtos destinados ao uso injetável não podem ser regularizados simplesmente como cosméticos.
Cosméticos são produtos de uso externo.
Produtos utilizados de maneira injetável precisam estar enquadrados, conforme suas características e finalidade, em categorias sanitárias apropriadas, como medicamentos ou produtos para saúde. 7
A Agência já alertou sobre eventos adversos graves relacionados ao uso indevido de produtos regularizados como cosméticos em procedimentos invasivos. 7
Por isso, antes de aceitar um procedimento injetável, o paciente pode perguntar:
Qual produto será aplicado?Qual o princípio ativo?Ele é regularizado pela Anvisa?A região e o uso propostos estão de acordo com sua regularização?
A própria campanha de segurança da Anvisa resume o cuidado em três pontos:
local autorizado + produto aprovado + profissional qualificado. 8
"Emptier" registrado como cosmético pode ser injetado?
Não pelo simples fato de possuir registro ou notificação como cosmético.
A Anvisa afirma que cosméticos são destinados ao uso externo e que produtos injetáveis não podem ser enquadrados dessa maneira. 7
Portanto, dizer:
"É registrado na Anvisa"
não encerra a questão.
É necessário verificar como o produto está registrado e para qual utilização.
Essa diferença é especialmente importante em tratamentos comercializados por nomes genéricos ou de marketing.
Papada é sempre gordura?
Não.
A chamada papada pode envolver diferentes componentes, como:
- gordura submentoniana;
- flacidez da pele;
- anatomia do queixo;
- contorno mandibular;
- características do pescoço;
- combinação desses fatores.
Por isso, simplesmente escolher um "redutor de gordura" pode não resolver a principal alteração.
Uma pessoa com maior quantidade de gordura submentoniana tem uma necessidade diferente de alguém cuja principal queixa é laxidez da pele abaixo do queixo.
E os dois componentes podem coexistir.
Como perder papada sem cirurgia?
A expressão "como perder papada sem cirurgia" reúne problemas diferentes e, portanto, não possui uma única resposta.
Quando existe gordura submentoniana predominante, há técnicas não cirúrgicas estudadas para redução localizada.
Uma revisão sistemática e metanálise publicada em 2025 avaliou criolipólise especificamente para gordura submentoniana e encontrou redução mensurável nos estudos incluídos. A análise reuniu apenas oito estudos e 206 pacientes, portanto a base científica ainda é relativamente pequena. 9
Quando o principal componente é flacidez, tecnologias voltadas à firmeza — como o ultrassom microfocado em pacientes selecionados — entram em outra categoria de tratamento.
Também existem tratamentos injetáveis para gordura submentoniana estudados internacionalmente, mas a substância específica e as normas profissionais brasileiras precisam ser verificadas antes de qualquer indicação.
Por isso, "papada" deveria ser tratada primeiro como uma região a ser avaliada, não como um diagnóstico que já determina o procedimento.
E a gordura dos flancos?
Os flancos são uma das regiões frequentemente procuradas em tratamentos de contorno corporal.
Popularmente, muitas pessoas pesquisam "como queimar gordura dos flancos".
Mas "queimar gordura" é uma expressão que pode gerar confusão.
A redução metabólica de gordura obtida por balanço energético e emagrecimento é diferente do mecanismo de procedimentos locais.
A criolipólise, por exemplo, produz dano controlado em parte dos adipócitos da região tratada. 3
Outras tecnologias utilizam mecanismos diferentes.
Portanto, um procedimento localizado não faz o organismo "queimar gordura dos flancos" da mesma maneira que ocorre em um processo sistêmico de perda de peso.
E a gordura abdominal?
Antes de tratar o abdômen, também é necessário identificar o que está contribuindo para o contorno.
O volume abdominal pode envolver:
- gordura subcutânea;
- gordura visceral;
- flacidez cutânea;
- excesso de pele;
- características da musculatura abdominal;
- combinação de fatores.
Um procedimento destinado à gordura subcutânea não tem a mesma função de uma tecnologia para flacidez.
Da mesma maneira, nenhum desses tratamentos deve ser apresentado como solução para gordura visceral.
Essa diferença ajuda a evitar um erro comum:
escolher o equipamento antes de entender o problema.
Criolipólise ou injetáveis: qual é melhor?
Não existe respaldo para eleger um vencedor universal.
São abordagens diferentes.
A criolipólise possui uma literatura relativamente extensa para contorno corporal, embora os estudos apresentem heterogeneidade e resposta individual variável. 2,3
Já os lipolíticos injetáveis formam um grupo muito mais heterogêneo de substâncias, e o nível de evidência muda bastante conforme princípio ativo e região. 5
Além disso, no Brasil é necessário avaliar:
- registro do produto;
- indicação;
- região de uso;
- conselho profissional;
- habilitação da pessoa que fará a aplicação.
Portanto, a pergunta mais adequada não é:
"Qual método elimina mais gordura?"
Mas:
"Qual método possui indicação, evidência e autorização para o meu caso?"
Tratamentos para gordura localizada substituem lipoaspiração?
Não devem ser apresentados como equivalentes.
Procedimentos estéticos não cirúrgicos ou minimamente invasivos podem produzir alterações de contorno em pacientes selecionados.
A lipoaspiração, por outro lado, é um procedimento cirúrgico destinado à remoção de tecido adiposo através de cânulas e possui outro nível de intervenção, resultado potencial, recuperação e risco.
Não é adequado vender uma tecnologia não invasiva como:
"lipo sem cirurgia."
Se a quantidade de tecido adiposo ou a expectativa da pessoa ultrapassa aquilo que um tratamento estético não cirúrgico consegue razoavelmente oferecer, reconhecer essa limitação faz parte de uma avaliação responsável.
O resultado de um tratamento para gordura localizada é permanente?
Essa pergunta também precisa de contexto.
Determinadas tecnologias podem reduzir parte das células adiposas da região tratada.
Isso não significa que o contorno corporal ficará permanentemente igual, independentemente do que aconteça depois.
O tecido adiposo remanescente pode mudar de volume conforme alterações de peso e metabolismo.
Além disso, envelhecimento, flacidez e mudanças corporais futuras também podem modificar o aspecto da região.
Por isso, "resultado permanente" é uma expressão forte demais para descrever a evolução estética de longo prazo.
Então qual é o melhor tratamento para gordura localizada?
O melhor tratamento não pode ser definido apenas pelo nome da região.
"Abdômen", "flanco" e "papada" ainda não dizem:
- quanto tecido adiposo existe;
- qual a profundidade;
- se há flacidez associada;
- se existe excesso de pele;
- se o peso ainda está mudando;
- qual é a expectativa;
- se aquela pessoa possui contraindicações;
- qual produto ou equipamento possui indicação.
Na Attualitá, a lógica da avaliação é justamente evitar começar pelo procedimento.
A criolipólise, por exemplo, já fez parte do protocolo da clínica e foi retirada após a experiência prática mostrar respostas individuais consideradas pouco previsíveis para a proposta atual de atendimento.
No caso de tratamentos injetáveis para gordura, a decisão precisa ser ainda mais específica: não basta chamar uma substância de "enzima" ou "esvaziador".
É necessário saber exatamente o que será utilizado.
Quando procurar uma avaliação?
Uma avaliação pode fazer sentido quando determinada região continua incomodando e você quer entender o que realmente está formando aquele contorno.
A pergunta pode começar simplesmente com:
"Tenho gordura aqui e gostaria de saber o que pode ser feito."
A partir daí, é possível avaliar se existe predominantemente gordura localizada, flacidez, excesso de pele ou uma combinação de alterações.
Na Attualitá Estética Avançada, a avaliação é conduzida pela Dra. Giuliana Fagundes, Biomédica Esteta, CRBM 41712.
O objetivo não é encaixar todas as pessoas no mesmo procedimento.
É entender qual é a alteração, quais recursos possuem indicação e quais expectativas são compatíveis com aquilo que cada tratamento realmente pode oferecer.
Referências técnicas
1 U.S. Food and Drug Administration — FDA. Non-Invasive Body Contouring Technologies. Orientações sobre tecnologias de contorno corporal e distinção entre redução localizada e tratamento de obesidade.
2 Ravindran R et al. Cryolipolysis and associated health outcomes, adverse events, and satisfaction: A systematic review and meta-analysis. Obesity Reviews. 2025;26(8):e13925. PMID: 40211915. Revisão de 30 estudos e 3.158 participantes.
3 Batista BN et al. Application of cryolipolysis in adipose tissue: A systematic review. Journal of Cosmetic Dermatology. 2022. PMID: 35869825. Os autores encontraram resultados favoráveis, mas ressaltaram o número limitado de ensaios randomizados de boa qualidade.
4 Mah AE et al. Incidence of Paradoxical Adipose Hyperplasia After Cryolipolysis: A Systematic Review and Meta-Analysis. Aesthetic Surgery Journal Open Forum. 2025;7:ojaf142. PMID: 41322038. A incidência agrupada estimada foi de 0,22%, mas a certeza da evidência foi classificada como baixa.
5 Carrion K et al. A Systematic Review of Injectable Lipolytic Agents for Non-Submental Fat Reduction. Plastic and Reconstructive Surgery. 2025. PMID: 41296813. Foram avaliados 25 estudos e 3.178 pacientes utilizando diferentes agentes; os autores destacam necessidade de maior padronização e estudos adicionais.
6 Conselho Federal de Biomedicina. Resolução CFBM nº 299, de 23 de novembro de 2018. Estabelece proibição do uso de desoxicolato de sódio em procedimentos realizados por profissionais biomédicos.
7 Agência Nacional de Vigilância Sanitária — Anvisa. Nota Técnica nº 2/2024/SEI/GGTES/DIRE3/Anvisa. A Agência esclarece que produtos destinados a procedimentos injetáveis não podem ser regularizados como cosméticos, que são destinados ao uso externo.
8 Agência Nacional de Vigilância Sanitária — Anvisa. Procedimento seguro. Orientação atualizada em 2026: local autorizado, produto aprovado e profissional qualificado.
9 Do K et al. Cryolipolysis for Submental Fat Reduction: A Systematic Review and Meta-Analysis. Facial Plastic Surgery. 2025;41(5):650-663. PMID: 40473257.
Dúvidas comuns
Dúvidas relacionadas ao artigo
Perguntas que ajudam a transformar leitura em uma conversa de avaliação.
Contorno corporal e emagrecimento são objetivos diferentes. Procedimentos corporais entram na conversa sobre áreas localizadas e não ocupam o lugar de estratégias de perda de peso.
Tratamento relacionado
Veja conteúdos e tratamentos relacionados para entender melhor sua queixa antes da avaliação.
Próximo passo
Quer conversar sobre este tema?
A avaliação é o espaço para entender sua pele, sua rotina e o que faz sentido no seu caso.
